Dores Minhas, Suas e Nossas

Você já parou para pensar que sofremos algumas dores justamente para que outros não as sofram? As dores podem ser comuns para muitas pessoas, mas sua intensidade, a maneira de suportá-las e lidar com elas, são particulares. – Não faço apologia à dor e sofrimento; simplesmente valorizo o que nos faz crescer. O contentamento, que por um lado nos traz alguma paz, também nos estagna. O que nos perturba, também faz questionar. O artista sente satisfação pelo descontentamento, porque é o que o motiva a criar. No contentamento não há evolução, e por isso a alma artista foge dele, ou passa a produzir mero entretenimento ilusório destinado a agradar a quem busca tão somente estar contente. Isto também tem valor, pois nem todos têm fôlego para mergulhar em águas profundas; as águas por onde nadam as dores que não são só nossas, e que o artista ajuda a trazê-las para a superfície a fim de não nos afogar.






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