Saber desaprender

Sou ciente de que corro o risco do julgamento. Ainda assim, não aprendo, porque se eu aprender, correrei o risco de não ter o que fazer. – Coragem, amigo! O mundo está cheio de receitas prontas, mas há circunstâncias em que o melhor é desaprender. É um dos caminhos para encontrar-se consigo mesmo.

— Fique tranquilo. Sempre haverá o que aprender. O conhecimento é infinito. Ainda bem. Senão a vida seria um tédio – diz uma amiga.

— Nunca sabemos tudo...todos os dias aprendemos um pouco mais! – diz outra amiga.

A questão é: — O que aprender? – Somos vulneráveis a uma infinidade de equívocos e julgamentos que podem nos afastar da vida em vez de nos integrar a ela. Um importante aprendizado é desaprender o que não funciona: as ilusões das convenções. E inclusive conservar aquelas que nos ajudam temporariamente, até que um entendimento maior as substituam pela essência da intuição. Saber é diferente de conhecer. O saber é intuitivo, podemos dizer que vem da alma, e pode nos mostrar o que devamos aprender, e o que desaprender.

– Gutto Carrer Lima





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